sexta-feira, 22 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Da homofobia e união civil das pessoas com opção sexual diferente
Muito se tem falado sobre este tema, às vezes com ânimos acirrados que desaguam em polémica esteril ou agravos desnecessários.
Os que postulam pelo reconhecimento do direito de ser diferente na opção sexual apresentam suas razões oferecendo o preconceito e as agressões sofridas desde a família até o meio social onde vivem, como motivo para que seus direitos sejam reconhecidos e respeitados.
Os que se posicionam ao contrário, se colocam muitos dos tais abrigados, no ensinamento religioso que deturpado, resultou na homofobia defendida até por quem não poderia no interesse próprio, defende-la.
Meus irmaõs, o Direito Universal do homem declarado e aceito universalmente não permite que qualquer minoria sofra repressão, perseguição ou combate no seu direito de existir e de livremente manifestar-se face a sociedade, dentro dos limites do direito natural da coexistencia pacifica dos diferentes assim sendo, a legislação civil brasileira, ao reconhecer o direito de pessoas do mesmo sexo de estabelecerem entre si sociedade que lhes preserve os direitos de coexistir não fere o principio que estabelece o Matrimônio como Sacramento da união entre um homem e uma mulher para a formação da família e dai gerar filhos formando a sociedade familiar.
Ora irmãos vivemos um tempo de extrema dificuldade para o cristão e para os que lutam por uma sociedade justa e fraterna, defronta-se derrepente com certas estratégias de alienação, por desvios do verdadeiro objetivo do ideal daqueles que crêem, para que com temas subjetivos, destruir e confundir a razão e fazer com que não percebam mais que há razões maiores com as quais nos devemos preocupar como por exemplo a Educação, Saúde, Trabalho, Segurança, Família e outros tantos que dependem de leis menos polémicas, mais, que não atendem aos interesses das classes dominantes no Brasil, o "petismo", e por isso não entram na pauta das decisões mais urgentes e dão lugar a que temas de fundo polémico e carater controverso sejam levados à ordem do dia e assim distraidos não percebamos os que sofrem fome e sede de justiça.
Oremos para que Deus nos abenções e não sejamos mais massa de manobra dos que só pensam no poder e usam os negros, os homossexuais, os aposentados, e outros como estandarte para manter-se no poder.
Dom Augusto
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Semana de Oração pela unidade dos Cristãos...
Quando em 1936 um grupo de cristãos sob a orientação do Reverendo Salomão Ferraz formam o movimento Católico Livre o faz exatamente por pensar que o desejo do Mestre Divino deva se realizar neste tempo profético, onde a esperança renovada naqueles corações tenta viver as diferenças estabelecer sob a orientação do Bom Pastor um pequeno rebanho de ovelhas fieis e sonhadores da unidade.
Agora nesta semana de oração no aguardo do dia de Pentecostes a velha chama sempre re reacende em nossos corações ornando-nos da coragem para pedir perdão por vivermos separados, coragem para abrir os braços e acolher o irmão que embora diferente é igual na pratica do verdadeiro Amor.
Que sejamos pois um no Cristo como ele e o Pai são também um.
Deus nos abençoe!
Bispo Diocesano da Igreja Catolica
Apostolica Independente de Tradição Salomoniana
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Páscoa do Senhor!!!
Estamos na oitava da Páscoa, esta semana de Alegria!! que rememora os primeiros passos do ressuscitado é o novo momento daqueles que o seguem e agora terão que conviver com a nova realidade da Historia da Salvação, o momento do Novo Testamento.
Para viver a realidade emocional deste Tempo é preciso que a Páscoa não seja apenas uma data historica a ser lembrada com alguns gestos, mas que seja realmente vivida como um momento, nos situamos num Tempo Liturgico perfazendo os passos e revivendo do interior dos nossos coraçoes o grande acontecimento da vitoria da vida sobre a morte. Imaginar com que ansiedade humana esperaram os discipulos pelo reencontro com o mestre que eles viram subir a cruz do calvario e espirar entregando ao Pai o Espirito, consumando assim o misterio da redençao, promessa do Pai feita aos homens desde os fundamentos da História humana a esperança com que reencontram o Salvador com as marcas da nossa Salvação.
Que tempo extraordinario, meus irmaos, como Cristãos devemos aproveitar estes momentos para fazer reacender a chama da Fé e revigorar a Esperança e o amor" para inserir-se completamente na historia da Salvação, somos a historia do Novo Testamento somos o novo povo de Deus que caminha nos caminhos do mundo, onde anunciamos aos tristes a alegria e aos pobres a Salvação, somos missionários da Luz e devemos também ser o Sal da Terra. É pois neste tempo novo que devemos aprimorar a nossa relação com Deus e os irmãos para que a experiência do Santo Sepulcro dignifique este reencontro com a vida plena e habundante em Cristo Jesus.
Palavras do Bispo Dom Raimundo Augusto da Diocese de Feira de Santana
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Programação da Semana Santa Capela de Santa Luzia
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA - CAPELA DE SANTA LUZIA
* Quarta-feira - Dia 20/04/2011
18:30 hs Confissão Comunitária
Dia da Penitência - Ato de purificação pelo reconhecimento dos pecados, publicamente confessados, pela contrição e arrependimento.
* Quinta-feira - Dia 21/04/2011
Missa da Ceia do Senhor "Instituição da Eucarístia" com Lava pés.
Após a Missa, transladação do Santíssimo Sacramento. Adoração ao Santíssimo, entrega da Cesta de Alimentos.
* Sexta-feira Santa
22/04/2011
* 9 horas - Adoração
18 horas - Oficio da Paixão
Oficio das almas
* Sabado Santo
Dia do Silêncio
18 horas Inicio a Vigilia da Páscoa
* Domingo de Páscoa
8 horas da manhã - Missa da Ressurreição do Senhor
18:30 horas - Missa da Páscoa
VENHA PARTICIPAR CONOSCO.
quinta-feira, 31 de março de 2011
QUARESMA
“JESUS CRISTO PADECEU SOBRE PÔNCIO PILATOS FOI CRUCIFICADO MORTO E SEPULTADO”
Meus irmãos, desde o inicio do ministério publico de Jesus, fariseus e adeptos de Herodes, com o Sacerdotes e Escribas, mancomunaram para matá-lo. Os atos praticados por ele (expulsão de demônios, perdão dos pecados, curas em dias de sábados, interpretação original do preceito de pureza da lei, familiaridade com os publicanos e pecadores) tudo isso fez com que Jesus o Cristo de Deus, parecesse suspeito aos olhos daqueles que se autodenominavam os donos da Lei, da Religião, da Justiça e atribuíam a Ele possessão demoníaca a melhor e mais forte maneira de desacreditá-lo. Para condená-lo, chamaram-no de blasfemo e falso profeta, crimes que a Lei punia com morte sobre a forma de apedrejamento, parecia aos olhos de muitos que Jesus agia contra as instituições essenciais do judaísmo:
- A submissão à Lei na integralidade de seus escritos e para os fariseus na interpretação da tradição oral;
- A centralidade do templo de Jerusalém como lugar Santo em que Deus habita de forma privilegiada;
- A Fé no Deus único cuja glória nenhum ser pode compartilhar.
Apresentar-se como o cumpridor da Lei, o Messias, portanto o Maior no Reino do Céu, faz com que àqueles que se consideravam privilegiadamente representantes de Deus, se coloquem em franca oposição ao Nazareno, a ninguém era dado transgredir a nenhum dos preceitos legais estabelecidos pela Lei, pela Tradição Oral e pelo templo.
O cumprimento perfeito da Lei, só poderia ser do LEGISLADOR DIVINO, nascido sujeito a Lei, na pessoa do Filho de Deus em Jesus o Cristo, a Lei não é mais gravada em tabuas de pedra mas no fundo do coração, neste ponto Jesus cumpriu a Lei até tomar sobre si, a maldição da Lei.
Embora aparecesse aos olhos dos fariseus e dos judeus, dos chefes espirituais e da corte herodiana, como um “rabi”, seu ensinamento foi sempre questionado, este tempo da quaresma que ora celebramos é um tempo propicio a refletir-se sobre estes acontecimentos, e a analise for isenta encontraremos em Jesus perfeita reverência pelas instituições desde o Templo até as Leis, desde os costumes até as mais simples praticas religiosas, Na sua caminhada evangélica, Jesus ministrou a doutrina do amor primeiramente a Deus e depois ao próximo. No amor a Deus e no amor ao próximo estava o mais estrito cumprimento da Lei do Sinai, a sua subida ao Templo reverência o costume religioso e portanto a sua reverência pela fé dos Judeus, a eleição do homem entretanto como autentico templo de Deus é que o torna um blasfemo diante daqueles que interpretavam a Lei “ipsis líteris”.
Voltaremos a falar sobre o Drama da Paixão com a morte de Jesus na cruz do calvário, ressaltando entretanto que é importante neste tempo refletirmos, jejuarmos e orarmos para não cairmos na tentação de apenas transformamos a Semana Santa e a Páscoa num feito meramente histórico.
Fé Salomônica – Parte II
Fé Salomônica – Parte II
A vasta literatura deixada como legado do ensinamento profético de D. Salomão Ferraz , tanto no período da Igreja Livre quanto a todo o período de sua rica existência, dão-nos o testemunho de um ideal sólido, bem como o roteiro que deve ser seguido por aqueles que obedecem à orientação dos seus próceres no ideal de vida e práticas doutrinárias.
A construção espiritual do homem mediante o seguir o Cristo sem as fronteiras do sectarismo, a pratica da verdadeira caridade acolhendo a todos como irmãos, a dedicação da vida ao criador para não perder-se como criatura, ter o outro como reflexo de si mesmo vendo a criatura como imagem do criador é o que possibilita desarmarmos e nesse espírito consubstanciar a vida na doutrina do “amai-vos uns aos outro como eu vos amei”.
Para viver o ideal cristão não devemos confundir a Igreja de Cristo com as manifestações da Igreja nas várias corporações cristãs que em todos os tempos apesar de suas imperfeições não deixaram de mostrar Jesus Cristo ao mundo, como cabeça única do Corpo. Assim a Igreja se manifesta nas Igrejas, a glória e supremacia da Igreja não está na glória de qualquer Igreja, a gloria da Igreja está na verdadeira defesa do ideal expresso no Evangelho. Assim sendo anunciar com fidelidade o evangelho, desapegar-se das glorias do mundo, viver a santa pobreza pelo desprezo dos bens materiais são pressupostos necessários a qualquer grupo de cristãos, para estar inserido no Corpo Místico de Cristo.
Nos seus ensinamentos, Dom Salomão Ferraz reconhece a impossibilidade da existência da Igreja única mas reconhece a unicidades do povo cristão que na diversidade de suas manifestações mostra ao mundo o viver o CRISTO, mesmo que com interpretações diferentes dos seus ensinamentos, cremos que o movimento reformista que ora vivemos, é o renascimento da tradição salomônica, cremos que o recomeço da caminhada nos levará à correção dos erros cometidos, acreditamos que a experiência e sabedoria dos nossos dirigentes maiores, principalmente nosso Eminente Arcebispo Primaz Dom Felismar Manoel, saberão passar a limpo a historia que construímos juntos principalmente pelas dificuldades vividas nestes dias de tantas filosofias vâs.
O Espírito santo não abandona o verdadeiro fiel, aquele que crente em Jesus Cristo toma sua cruz e o segue.
Dom Augusto
CONTINUA........