terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O ano Liturgico





Após os festejos natalinos a Igreja se orienta para aprofundar-nos no conhecimento do Mistério da Encarnação, mediante a reflexão diária dos passos iniciais da fase infantil do Menino Deus, sua Família e trajetória percorrida por eles, levando-nos à consideração de textos que historicamente vão construindo a própria História da Salvação.
Textos esparsos falam no Menino Deus, desde o nascimento, à visita dos Pastores, à visita dos Magos, à fuga para o Egito, à apresentação no Templo, os doze anos na conversa com os Mestres de Israel, para depois entramos no silêncio da vida oculta. O que estaria escondido na vida oculta de Jesus? Como viveu ele com seus pais o período de quase 18 anos? De que maneira lhe chegaram os ensinamentos do Povo de Israel? Sua história com o povo escolhido, os Profetas que na qualidade de Oráculos do Altíssimo orientavam a esperança do povo no caminho que os fazia esperar um Messias, “Libertador”, personagem que dava alento a sofrida Nação dominada pelo Império de Roma?
A Tradição busca textos ditos “Apócrifos” que tentam registrar esse período mas não chegou até nós melhores esclarecimentos deixando-nos essa obscuridade intrigante, como se não existisse esse período na vida do Jovem Nazareno.
Assim pois  apartir da Epifania a Igreja delineia esparsos gestos da vida publica de Jesus nos dando conta do que se foi passando de Seu Batismo por diante, até introduzir-nos completamente na História do Mistério da Redenção. Vamos pois caminhando, na descoberta deste novo rumo da nossa história de salvação conforme nos é contado ao longo do tempo da Vida Cristã....
                                                                                   Continua....
                                                                                
                                                                                Dom Augusto

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Feliz 2013




Caros Irmãos,

Um novo tempo. Mesmo diante do grande dilema humano de “ser ou não ser”, a humanidade caminha seu próprio caminho. Há cerca de dois mil anos, nasceu para o mundo o Filho de Deus que sob forma humana veio trazer-nos uma nova oportunidade de vida.  Seu ensinamento revela ao homem o coração do próprio Deus. Seus sinais deixam um rastro de luz, luz divina que ilumina todo aquele que vem a este mundo.
 Assim, pois ao ensejo desse Novo Tempo que se avizinha o Ano de 2013, o nosso desejo é que todo o homem e mulher se integrem mais e mais a família dos filhos de Deus, sendo Jesus Cristo, o caminho, para que assim, tenhamos a Sociedade Justa e Fraterna, com a qual sonhamos.
Feliz Ano Novo!
Deus abençoe a todos

Dom Augusto

Bispo Diocesano de Feira de Santana 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Eis que vem o nosso Deus

Neste tempo de advento somos
questionados sobre o significado da
expressão “ser profetas”. Antes de
tudo significa receber um anúncio de
esperança. “Todo vale será aterrado e
toda montanha será rebaixada.” Deus
rebaixará as montanhas e aterrará os
vales da soberba, da injustiça social, da
incredulidade, e aplainará o caminho da
conversão.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Eu sou a ressurreição e a vida


"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que morto viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá...."
de (João 11:25-26)
O dia 2 de novembro não é efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado à imortalidade da alma.
"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."

O Dia de Finados não é dia de tristeza, como o é para aqueles que não tem fé,
mas é um dia de saudosa recordação, confortada pela fé que nos garante
que nosso relacionamento com as almas dos falecidos não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo.
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais,
pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
(Gandhi)         


Finados


Assim como outras datas são importantes para nossas vidas, o dia 02 de novembro, mais conhecido como dia de finados, também tem sua relevância, pois foi criado em homenagem às pessoas falecidas.
A morte é o cessar definitivo da vida, seja ela humana, vegetal ou animal, que pode acontecer por diferentes motivos, como doenças, acidentes ou violência.
Segundo pesquisas do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o maior número de morte no Brasil é relacionado à mortalidade infantil. Porém, essa taxa teve consideráveis reduções no período entre 1991 e 2000, passando de 45,3 para 28,3, de cada mil crianças nascidas vivas.
Mas o Brasil ainda tem muito a melhorar, se comparado a outros países. Na Europa a taxa é de cinco mortes para mil crianças nascidas vivas, e nos Estados Unidos chega-se a sete.
O dia dos mortos é um dia de respeito, dedicado para que as famílias celebrem a vida eterna dos seus entes falecidos, tendo esperança de que tenham sido recebidos pelo reino de Deus.
As missas em memória às pessoas falecidas tiveram sua origem no século IV, mas foi no século seguinte que a igreja passou a consagrar um dia para essa celebração.
A escolha da data se deu em virtude do dia de todos os santos, primeiro de novembro, pois os religiosos acreditavam que todas as pessoas, ao morrerem, entram em estado de graça, mesmo não sendo canonizados.
A cultura de dedicar um dia para homenagear os mortos varia muito de localização ou religião, mas segue os princípios do catolicismo, pois a partir do século XI, os papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a exigir tal celebração.
No México, ao invés de melancolia, os mortos são homenageados com grandes festas. Isso faz com que o país receba visitas de turistas de todo mundo.
Existem alguns símbolos que são muito utilizados no dia dos mortos para homenageá-los. Os crisântemos representam o sol e a chuva, a vida e a morte e por serem flores mais resistentes são muito usadas nos velórios. As velas significam a luz do falecido, as coisas boas que eles deixaram para seus parentes vivos.
No dia de finados, as pessoas enfeitam os túmulos com flores, acendem velas e muitas mandam rezar missas pelos parentes que perderam. É um dia muito triste, pois através das homenagens feitas, as pessoas voltam a sofrer a dor da perda, entristecendo-se e até chorando por saudade.
Esses sentimentos devem ser respeitados, pois não é fácil aprender a viver sentindo a falta de alguém que antes fazia parte de sua vida, que estava presente em tudo, que oferecia amor, dedicação e carinho. Com certeza, todas as pessoas sentem muito a ausência das pessoas que amam.